Lucenas

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Descrição

Os Fernandes de Lucena em meados dos 1300, acossados pelo grande furor persecutório na Ibéria de então, foram obrigados a converterem-se do judaísmo ao
catolicismo. Parte deles migrou para Portugal. Um deles acompanhou Duarte Coelho Pereira quando da posse da Capitania de Pernambuco. Deixou mulher e filhos em Portugal para nunca mais lá voltar. Aqui, consorciou-se o mais que pôde com nossas nativas, originando os nossos Lucenas.

Cedo em Portugal, eles haviam imergidos no sangue judeu, no sangue muçulmano semita e rramita (negro) pré saariano conquistadores da Ibéria em 711. É deste modo que chega a Pernambuco, o cofundador de Olinda e seu alcaide-mor hereditário. Aqui um neto dele quando era alcaide-mor hereditário (1593) reforçou-se no sangue judeu de sua mulher, Maria de Herede, que também descendia do sangue de nossos índios.

Em Portugal, os que lá ficaram continuaram na saga associativa com os da Ibéria. Um deles ligou-se ao sangue do nosso Jerônimo de Albuquerque e alçou-se no DNA de uma nativa pernambucana nominada Arcoverde, a quem Jerônimo possuiu como manceba e dela teve sua mais importante descendência. Deste modo, com esta conjugação racial, este Lucena originou o primeiro Marquês de Pombal e primeiro Conde de Oeiras.

Estes Lucenas de Brasil e Portugal, as cores que possuíram e como se aliaram, são a razão deste nosso trabalho.

 

Coleção Borges da Fonseca

A partir desta coleção, é possível descobrir como aconteceu a constituição racial do povo nordestino colonial, época em que Borges da Fonseca escreveu a sua Nobiliarquia Pernambucana. Nela, viu-se ainda como o homem ibérico, que aqui chegou, era composto do ponto de vista de troncos raciais e religiosos e como consorciava-se na nossa terra, de modo a constituir a nossa identidade. Fez-se espraiar então as cores aqui identificadas sobre o tabuleiro descrito por Borges da Fonseca.

A conclusão que se chegou ao fim de 10 volumes é que o homem nordestino colonial – e por extensão o atual -, assim é composto:
2% do citado porta o sangue negro subsaariano.
80% dos nossos homens possuem o sangue do nosso índio.
95% da nossa gente alberga ao lado do sangue judeu, o do muçulmano semita, o do muçulmano negro pré-saariano.

Se você deseja saber mais sobre a constituição das raças, adquira os volumes desta coleção!

 

Informações Adicionais

Coleção: Coleção Borges da Fonseca
Editora: Fundação Gilberto Freyre
Autor: Cândido Pinheiro Koren de Lima
Ano : 2014
Nº de Páginas: 602
Dimensões: 23,0 x 32,0 x 6,0 cm
Peso: 2,600 kg

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