Liras: O Nome e o Sangue, uma Charada Familiar no Pernambuco Colonial

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Descrição

A família destes que fazem o nosso Nordeste origina-se na Ilha da Madeira. Aqui chegaram sem cor, porque rasos do ponto de vista de possibilidades ancestrais. Sabe-se apenas que na Calheta possuíam muitos membros em altos cargos no Santo Ofício de Portugal e Madeira, o que levou alguns a presumirem que seria um atestado de limpeza de sangue.

Os que chegam a Pernambuco logo tomam as cores raciais da capitania. Alguns falaram que os Novos de Lira possuíam sangue judeu. Evaldo Cabral de Melo, baseado em um processo de habilitação ao Santo Ofício de Gonçalo Novo de Lira (o V) tentou desvendar esta origem. Ficou no rumor. Analisamos tudo. Encontramos o casamento de Gonçalo Novo de Lira (I) com uma provável neta de Branca Dias e Diogo Fernandes, este o casal mais denunciado pelo Santo Ofício de Pernambuco (1593-1595). Conseguimos ainda descobrir que o Gonçalo Novo de Lira (o IV) enlaçou-se em Pernambuco com uma Pacheco, descendente do judeu Ruy Capão, que trazia da Ibéria além deste sangue o do muçulmano semita e do muçulmano negro da África do Norte.

Desvenda-se, ainda, as consorciações e cores dos outros membros da família e de sua descendência.

 

Coleção Borges da Fonseca

A partir desta coleção, é possível descobrir como aconteceu a constituição racial do povo nordestino colonial, época em que Borges da Fonseca escreveu a sua Nobiliarquia Pernambucana. Nela, viu-se ainda como o homem ibérico, que aqui chegou, era composto do ponto de vista de troncos raciais e religiosos e como consorciava-se na nossa terra, de modo a constituir a nossa identidade. Fez-se espraiar então as cores aqui identificadas sobre o tabuleiro descrito por Borges da Fonseca.

A conclusão que se chegou ao fim de 10 volumes é que o homem nordestino colonial – e por extensão o atual -, assim é composto:
2% do citado porta o sangue negro subsaariano.
80% dos nossos homens possuem o sangue do nosso índio.
95% da nossa gente alberga ao lado do sangue judeu, o do muçulmano semita, o do muçulmano negro pré-saariano.

Se você deseja saber mais sobre a constituição das raças, adquira os volumes desta coleção!

 

Informações Adicionais

Coleção: Coleção Borges da Fonseca
Editora: Fundação Gilberto Freyre
Autor: Cândido Pinheiro Koren de Lima
Ano: 2013
Nº de Páginas: 610
Encadernação: Brochura
Dimensões: 23,0×31,0x6,0 cm
Peso: 2,400 kg

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